O tripé macroeconômico é uma política econômica utilizada no Brasil desde 1999 que busca estabilizar a economia através do controle de três pilares principais:
Meta de Inflação: O Banco Central define uma meta de inflação anual e utiliza instrumentos como a taxa básica de juros (Selic) para tentar manter a inflação dentro dessa meta. A ideia é dar previsibilidade à inflação e evitar altas descontroladas de preços.
Superávit Primário: O governo busca gerar um superávit primário, ou seja, arrecadar mais do que gasta (sem considerar os juros da dívida pública). Esse superávit é utilizado para pagar parte dos juros da dívida e reduzir o endividamento público.
Câmbio Flutuante: O valor do real em relação a outras moedas é determinado pela oferta e demanda no mercado cambial, com intervenções pontuais do Banco Central para evitar volatilidade excessiva.
Objetivo: O objetivo do tripé macroeconômico é garantir a estabilidade da economia, controlando a inflação, mantendo as contas públicas sob controle e permitindo que o mercado determine o valor da moeda. A estabilidade macroeconômica, por sua vez, busca criar um ambiente favorável ao crescimento econômico sustentável e à geração de empregos.
Críticas: Apesar de ter contribuído para a estabilização da economia brasileira, o tripé macroeconômico também recebe críticas. Algumas delas incluem:
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